“Homem senta-se frente-frente com ex-namorada, 30 anos depois… o que aconteceu foi emocionante!

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“Entre os anos 70 e 80, Marina Abramovic viveu um intensa história de amor com Ulay. Quando sentiram que a relação já não tinha a chama de outros tempos, cada um seguiu o seu caminho. Mas em 2010, quando Marina já era artista consagrada, o Museu de Arte Moderna (MoMa) de Nova Iorque dedicou uma retrospectiva à sua obra. Nessa retrospectiva, Marina partilhava um minuto de silêncio com cada estranho que se sentasse à sua frente. Ulay chegou sem que ela soubesse, e foi assim que aconteceu…”

Veja @👇
https://youtu.be/0188lyqYA3Y

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Amor, que é amor, dura a vida inteira. Se não durou é porque nunca foi amor – Pe Fábio de Melo

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O amor resiste à distância, ao silêncio das separações e até às traições. Sem perdão não há amor. Diga-me quem você mais perdoou na vida, e eu então saberei dizer quem você mais amou.

O amor é equação onde prevalece a multiplicação do perdão. Você o percebe no momento em que o outro fez tudo errado, e mesmo assim você olha nos olhos dele e diz: “Mesmo fazendo tudo errado, eu não sei viver sem você. Eu não posso ser nem a metade do que sou se você não estiver por perto”.

O amor nos possibilita enxergar lugares do nosso coração os quais sozinhos jamais poderíamos enxergar.

O poeta soube traduzir bem quando disse: “Se eu não te amasse tanto assim, talvez perdesse os sonhos dentro de mim e vivesse na escuridão. Se eu não te amasse tanto assim talvez não visse flores por onde eu vi, dentro do meu coração!”

Bonito isso. Enxergar sonhos que antes eu não saberia ver sozinho. Enxergar só porque o outro me emprestou os olhos, socorreu-me em minha cegueira. Eu possuía e não sabia. O outro me apontou, me deu a chave, me entregou a senha.

Coisas que Jesus fazia o tempo todo. Apontava jardins secretos em aparentes desertos. Na aridez do coração de Madalena, Jesus encontrou orquídeas preciosas. Fez vê-las e chamou a atenção para a necessidade de cultivá-las.

Fico pensando que evangelizar talvez seja isso: descobrir jardins em lugares que consideramos impróprios. Os jardineiros sabem disso. Amam as flores e por isso cuidam de cada detalhe, porque sabem que não há amor fora da experiência do cuidado. A cada dia, o jardineiro perdoa as suas roseiras. Sabe identificar que a ausência de flores não significa a morte absoluta, mas o repouso do preparo. Quem não souber viver o silêncio da preparação não terá o que florir depois…

Precisamos aprender isso. Olhar para aquele que nos magoou e descobrir que as roseiras não dão flores fora do tempo nem tampouco fora do cultivo. Se não há flores, talvez seja porque ainda não tenha chegado a hora de florir. Cada roseira tem seu estatuto, suas regras… Se não há flores, talvez seja porque até então ninguém tenha dado a atenção necessária para o cultivo daquela roseira.

A vida requer cuidado. Os amores também. Flores e espinhos são belezas que se dão juntas. Não queira uma só. Elas não sabem viver sozinhas… Quem quiser levar a rosa para sua vida, terá de saber que com ela vão inúmeros espinhos. Mas não se preocupe. A beleza da rosa vale o incômodo dos espinhos… ou não.

Fonte: Pe Fábio de Melo

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Ausência – Carlos Drummond de Andrade

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O Dia Nacional da Poesia é comemorado oficialmente em 31 de outubro no Brasil.

A data foi criada em homenagem ao poeta Carlos Drummond de Andrade, um dos principais nomes da literatura brasileira.

O Dia Nacional da Poesia foi oficializado através da lei nº 13.131, de 3 de junho de 2015, por sugestão do senador Álvaro Dias do PSDB do Paraná.

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AUSÊNCIA

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.

Carlos Drummond de Andrade

Livro: Obra poética, Volumes 4-6. Lisboa: Publicações Europa-América, 1989.

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ARRUME AS SUAS GAVETAS!

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Aprendi com os mais velhos e sábios que, quando temos um problema difícil de ser resolvido, que nos tira a paz, precisamos nos afastar de tudo e arrumar o ambiente ao nosso redor.
Entenda que o seu quarto bagunçado, a sua casa, a sua bolsa, a sua gaveta, o seu ambiente, é o espelho da sua vida interior! E… vice-versa! Ou seja, um ambiente desarrumado acaba influenciando e dando espaço para que os sentimentos negativos tomem conta da sua vida – você manifesta no exterior o que está acontecendo no seu interior.
Por isso, arrumar tudo externamente é uma atitude simbólica do seu desejo e esforço em mudar o que está negativo dentro de você!
O universo funciona assim: o que está dentro está fora. O que está fora contamina o que está dentro. Por esse motivo, lembre-ser sempre que você pode influenciar o interior com o exterior e vice-versa, você tem a chave para a sua organização pessoal.
No momento em que você limpa a sua gaveta e joga fora aquilo que não presta, o que é negativo, as pessoas que não contribuem para o seu crescimento, está reprogramando simbolicamente o seu interior. É uma das melhores chaves para conseguir serenidade e respostas para problemas muito difíceis.
Aproveite e arrume suas gavetas. Com certeza vai ajudar você a encontrar solução para muitos de seus problemas.

(Adaptado de Deposito dos Sentimentos)

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Eu envelheci

Mulher-idosa-pensando

Um dia desses uma jovem me perguntou como eu me sentia sobre ser velha. Levei um susto, porque eu não me vejo como uma velha. Ao notar minha reação, a garota ficou embaraçada, mas eu expliquei que era uma pergunta interessante, que pensaria a respeito e depois voltaria a falar com ela. Pensei e concluí: a velhice é um presente. Eu sou agora, provavelmente pela primeira vez na vida, a pessoa que sempre quis ser.

Oh, não meu corpo! Fico incrédula muitas vezes ao me examinar, ver as rugas, a flacidez da pele, os pneus rodeando o meu abdome, através das grossas lentes dos meus óculos, o traseiro rotundo e os seios já caídos. E constantemente examino essa pessoa velha que vive em meu espelho (e que se parece demais com minha mãe), mas não sofro muito com isso.

Não trocaria meus amigos surpreendentes, minha vida maravilhosa, e o carinho de minha família por menos cabelo branco , uma barriga mais lisa ou um bumbum mais durinho.

Enquanto fui envelhecendo, tornei-me mais condescendente comigo mesma, menos crítica das minhas atitudes. Tornei-me amiga de mim mesma. Não fico me censurando se quero comer um bolinho-de-chuva a mais, ou se tenho preguiça de arrumar minha cama, ou se compro um anãozinho de cimento que não necessito, mas que ficou tão lindo no meu jardim. Conquistei o direito de matar minhas vontades, de ser bagunceira, de ser extravagante.

Vi muitos amigos queridos deixarem este mundo cedo demais, antes de compreenderem a grande liberdade que vem com o envelhecimento. Quem vai me censurar se resolvo ficar lendo ou jogar paciência no computador até às 4 da manhã e depois só acordar ao meio-dia?

Dançarei ao som daqueles sucessos maravilhosos das décadas de 50, 60, 70 e se, de repente, chorar lembrando de alguma paixão daquela época, posso chorar mesmo!
Andarei pela praia em um maiô excessivamente esticado sobre um corpo decadente, e mergulharei nas ondas e darei pulinhos se quiser, apesar dos olhares penalizados dos outros. Eles, também, se conseguirem, envelhecerão.

Sei que ando esquecendo muita coisa, o que é bom para se poder perdoar. Mas, pensando bem, há muitos fatos na vida que merecem ser esquecidos. E das coisas importantes, eu me recordo freqüentemente. Certo, ao longo dos anos meu coração sofreu muito.

Como não sofrer se você perde um grande amor, ou quando uma criança sofre, ou quando um animal de estimação é atropelado por um carro? Mas corações partidos são os que nos dão a força, a compreensão e nos ensinam a compaixão. Um coração que nunca sofreu é imaculado e estéril e nunca conhecerá a alegria de ser forte, apesar de imperfeito.

Sou abençoada por ter vivido o suficiente para ver meu cabelo embranquecer e ainda querer tingi-los a meu bel prazer, e por ter os risos da juventude e da maturidade gravados para sempre em sulcos profundos em meu rosto. Muitos nunca riram, muitos morreram antes que seus cabelos pudessem ficar prateados.

Conforme envelhecemos, fica mais fácil ser positivo. E ligar menos para o que os outros pensam. Eu não me questiono mais. Conquistei o direito de estar errada e não ter que dar explicações. Assim, respondendo à pergunta daquela jovem graciosa, posso afirmar: “Eu gosto de ser velha”. Libertei-me! 

(Texto de autora desconhecida)

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15 COISAS QUE VOCÊ PRECISA ABANDONAR PARA SER FELIZ

 

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Quantos de nós estamos felizes hoje? Você que está lendo esse texto, está feliz? Se a sua resposta for não, talvez você seja um entre a maioria que desconhece uma das verdades mais assustadoras que existem sobre a Felicidade: em 95% do seu tempo, ela te abandona porque você quer! Sim, a Felicidade é uma questão quase que puramente de perspectiva. Entender isso na teoria é fácil, mas na prática, meu amigo, é coisa para “gente grande”! E quando digo Grande, digo Grande de Espírito!

Se você desistir dessas 15 coisas, isso vai fazer sua vida ficar muito, muito mais fácil e muito, muito mais feliz.

Confira:

1 – Desista da sua necessidade de estar sempre certo
Quando você sentir a necessidade de começar uma briga ou saber quem está certo ou errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer)

2 – Desista da sua necessidade de controle
Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.
“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” (Lao Tzu)

3 – Pare de culpar os outros
Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir.
Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.

4 – Abandone as conversinhas autodestrutivas
Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.

5 – Deixe de lado as crenças limitadoras
De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!

6 – Pare de reclamar
Não é a situação que libera sentimentos de infelicidade ou depressão em você, mas como você escolhe encará-la.
Nunca subestime o poder do pensamento positivo.

7 – Esqueça o luxo de criticar
Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais.

8 – Desista da sua necessidade de impressionar os outros
Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira.

9 – Abra mão da sua resistência à mudança
Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.

10 – Esqueça os rótulos
Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.

11 – Abandone os seus medos
Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. “A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo.” (Franklin D. Roosevelt)

12 – Desista de suas desculpas
Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas!

13 – Deixe o passado no passado
Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.

14 – Desapegue do apego
No momento em que você se desapegar de todas as coisas, você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno…

15 – Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas
Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas.

Autor: Essa lista é uma tradução do texto original em inglês, do World Observer Online. Fonte: Guia Ingresse (Revista Venda Mais)

Veja
https://youtu.be/2c27uDxaNN4

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DEIXE ACONTECER – por Osho

As coisas acontecem quando você não as espera, as coisas acontecem quando você não as força, as coisas acontecem quando você não está ansiando por elas.

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Mas isso é uma conseqüência, não um resultado. E fique claramente consciente da diferença entre “conseqüência” e “resultado”. Um resultado é conscientemente desejado; uma conseqüência é um subproduto. Por exemplo: se eu digo a você que se você brincar, a felicidade será a conseqüência, você vai tentar por um resultado. Você vai e brinca e você fica esperando pelo resultado da felicidade. Mas eu lhe disse que ela será a conseqüência, não o resultado.

A conseqüência significa que se você está realmente na brincadeira, a felicidade acontecerá. Se você constantemente pensa na felicidade, então, ela tem de ser um resultado; ela nunca acontecerá. Um resultado vem de um esforço consciente; uma conseqüência é apenas um subproduto. Se você estiver brincando intensamente, você estará feliz. Mas a própria expectativa, o anseio consciente pela felicidade, não lhe permitirá brincar intensamente. A ânsia pelo resultado se tornará a barreira e você não será feliz.

A felicidade não é um resultado, é uma conseqüência. Se eu lhe digo que se você amar, você será feliz, a felicidade será uma conseqüência, não um resultado. Se você pensa que, porque você quer ser feliz, você deve amar, nada resultará disso. A coisa toda será falsificada, porque a pessoa não pode amar por algum resultado. O amor acontece! Não há motivação por detrás dele.
Se há motivação, não é amor. Pode ser qualquer outra coisa. Se eu estou motivado e penso que, porque desejo a felicidade, vou amá-lo, esse amor será falso. E como ele será falso, a felicidade não resultará dele. Ela não virá; é impossível. Mas se eu o amo sem qualquer motivação, a felicidade segue como uma sombra.

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A ceitação será seguida por transformação, mas não faça da aceitação uma técnica para a transformação. Ela não é. Não anseie por transformação – somente então a transformação acontece. Se você a deseja, seu próprio desejo é o obstáculo.

– OSHO, Vigyan Bhairav Tantra, V.1, # 30

– Postado em Textos Conscienciais

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Seja a mulher da sua vida

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Seja inconsequente e pague por isso. Fique bêbada e pague a conta. Abra a porta do carro, banque uma rodada de choppe e, quando o dia não for de festa, simplesmente diga não. Diga não sem culpa, mas não sem educação. Seja breve na fala e detalhista no pensamento. Aperte firme a mão das pessoas. Sorria. Seja a frente de batalha da sua vida, sem colete à prova de balas. A vida, minha amiga, não é à prova de imprevistos.

E seja agora! Mas, não, não seja para os outros… nem por eles. Seja sua e por você. Vá na frente, dê o primeiro passo, mude de vida sem pedir a opinião dos outros, sem pedir a permissão do mundo. Descubra-se. Entenda-se. Faça terapia e, quando não der, faça compras. Seja inconsequente e pague por isso. Fique bêbada e pague a conta. Abra a porta do carro, banque uma rodada de choppe e, quando o dia não for de festa, simplesmente diga não. Diga não sem culpa, mas não sem educação. Seja breve na fala e detalhista no pensamento. Aperte firme a mão das pessoas. Sorria. Seja a frente de batalha da sua vida, sem colete à prova de balas. A vida, minha amiga, não é à prova de imprevistos. Não tenha filhos e, se tiver, permita-se ser a mãe que a natureza te formou para ser. Escolha. Viaje. Decida. E, quando ficar em dúvida, simplesmente admita. Venda seu carro, compre uma Komb. Ou, então, financie seu carro zero. Mude. De quarto, de casa, de roupa, de sonhos. Solte as mãos, abra os braços, corte o cordão que te prende ao passado. Não espere, vá. Leia, escreva, escute. Pare de assistir a novelas. Discuta, dispute, desculpe. Seja íntima de si mesma.

Seja a mulher da sua vida. Seja só sua. E não o faça de fachada, não tente impressionar. Impressione-se com a vida. Observe uma borboleta, alimente um gato, acaricie um cachorro. Permita-se ser sensível. Chore. Ser a mulher da sua vida não é ser mais homem, ser a mulher da sua vida é olhar-se no espelho e sentir orgulho do seu próprio sorriso. É respeitar suas próprias decisões em detrimento da opinião dos outros, mesmo que esses outros sejam a sua família. Ser a mulher da sua vida não é ser durona. Faça ioga ou boxe, mas faça o que você gosta. Descubra-se de novo. Perceba o que mudou. Você muda, o mundo muda; mas você muda, não muda nada. Corte os cabelos, nasça de novo. Ajude desconhecidos e aproveite milimetricamente o doce sabor de fazer a diferença na vida de alguém. Mas, antes disso, faça a diferença na sua vida!

Dirija o carro, pague o almoço, ponha o pau na mesa. Sim, você tem um pau bem grande chamado “amor próprio” e ele não está no meio das suas pernas, não. Ame-se. Ame-se muito. Ame-se acima de tudo. E depois de se amar tanto, ame-se mais um pouco. Ame-se sem maquiagem e sem estar em forma, porque do que adianta os elogios de outra pessoa se você mesma não enxerga sua beleza? Enxergue-se. Vista-se de coragem. Convença-se do quão foda você é e, se você não conseguir ser sua própria advogada, é porque ainda não entendeu o que é, verdadeira e intensamente, ser a mulher da sua vida.

Honre-se. Você não nasceu mulher à toa. Você não lutou até agora para se esconder atrás de seus próprios preconceitos. Seja a mulher da sua vida, mas não o seja pra conquistar macho ou apaixonar fêmea. Seja e pronto. E ponto.

E conto… te conto este segredo, que ao compreender este texto você encontrou o seu, só seu (re)começo.

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Fonte: Escrito por LETICIA FLORES MONTALVÃO via Obvious Mag

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Amar não é sempre insistir, às vezes amar é desistir também. – Iandê Albuquerque 

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“Desculpas se você acha que amar é nunca desistir e sempre insistir. Mas por acaso você já cansou de se esforçar por alguém e esse alguém não te deu o valor que você merecia? Por acaso você já se sentiu sozinho ao se entregar pra alguém e esse alguém simplesmente não se importou tanto com o que você sentia? Por acaso você já se importou demais, perdeu noites de sono, chorou uma madrugada inteira por alguém que no final das contas ria de você e nunca se importou com a tua dor? Você por acaso sabe o que é amar imensamente alguém e em troca, esse alguém te dar algo que cabe na palma da tua mão?

Cê por acaso já sentiu tanto que o teu peito parecia que iria explodir, que a tua garganta parecia que tinha dado um nó, que a tua voz naufragou, a tua barriga embrulhou e você perdeu todas as direções quando alguém que você amava te decepcionou?

Eu posso te dizer com toda certeza do mundo que amar não é insistir quando nada faz mais sentido. Amar é saber a hora de ir embora pra não deixar as coisas ainda mais confusas. Amar é desistir antes que as coisas percam o sentido, entende?

Porque amar não é egoísmo, amar é aceitar quando as coisas tomam outro rumo, é entender que às vezes, a gente não pode evitar, resta só aceitar e seguir caminhos distintos. Amar não é achar que o final de um relacionamento é o fim do amor, não é acreditar que ali o amor morre e que tudo que foi vivido por vocês não valeu a pena.

Amor é acreditar que tudo que foi apreciado enquanto vocês estavam juntos valeu muito a pena, é entender que as experiências que vocês trocaram valerão pra vida toda. Amor é perceber, até na dureza de um fim, que todo final requer um recomeço e que às vezes a gente precisa aprender a recomeçar sozinho.

Amor não é correr atrás de alguém que sempre está se distanciando de você, amor é quando a distância faz a saudade doer e os dois correm, só que um de encontro ao outro. Amor não é ser indiferente, não é fingir que não sente, muito menos correr atrás de alguém que claramente não se importa pros seus sentimentos. Amor é sentir lá dentro e ter necessidade de escancarar pro lado de fora, e entender que o que você sente não merece ser escanteado por ninguém.

Amor não é desejar que o outro se dane, não é torcer pra que o outro se decepcione com outra pessoa. Amor não é negar o que foi vivido, amor é saber agradecer ao passado, pelos tropeços que você levou, pelos erros que você cometeu e pelas decepções que o outro te causou. Amar é conseguir enxergar o quanto imaturo você foi e se esforçar pra ser melhor que antes. Por isso amar é torcer pra que o outro alcance os seus objetivos mesmo que o outro não esteja mais ao teu lado, é desejar boa sorte e esquecer as dores do passado, é dizer pra que o outro siga em frente e jamais esquecer que você também deve seguir.

Por fim, amor não é insistir em quem não te merece. Amor é desistir de quem não vale a pena e só insistir em quem faz valer.”

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O caminho de volta… – Téta Barbosa

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Já estou voltando.
Só tenho 37 anos e já estou fazendo o caminho de volta.
Até o ano passado eu ainda estava indo…

Indo morar no apartamento mais alto, do prédio mais alto, do bairro mais nobre.
Indo comprar o carro do ano, a bolsa de marca, a roupa da moda.
Claro que para isso, durante o caminho de ida, eu fazia hora extra, fazia serão, fazia dos fins de semana eternas segundas-feiras.

Até que um dia, meu filho quase chamou a babá de mãe…
Mas, com quase 40, eu estava chegando “lá”!

Onde mesmo?
Ninguém conseguiu responder…

Eu imaginei que quando chegasse lá ia ter uma placa com a palavra “Fim”. Mas antes dela, avistei a placa de “Retorno” e, nela mesmo, dei meia volta.

Comprei uma casa no campo (maneira chique de falar, mas ela é no meio do mato mesmo).
É longe que só a gota serena! Longe do prédio mais alto, do bairro mais chique, do carro mais novo, da hora extra, da babá quase mãe.

Agora tenho menos dinheiro e mais filho. Menos marca e mais tempo.

E num é que meus pais (que quando eu morava no bairro nobre me visitaram quatro vezes em quatro anos) agora vêm pra cá todo fim de semana?
E meu filho anda de bicicleta, e eu rego as plantas, e meu marido descobriu que gosta de cozinhar (principalmente quando os ingredientes vêm da horta que ele mesmo plantou).

Por aqui, quando chove a internet não chega. Fico torcendo para que chova, porque é quando meu filho, espontaneamente (por falta do que fazer mesmo) abre um livro e, pasmem, lê!
E no que alguém diz “a internet voltou!” já é tarde demais porque o livro já está muito mais interessante que o Facebook, o Instagram e o Twitter juntos.

Aqui se chama “Aldeia” e tal qual uma aldeia indígena, vira e mexe eu faço a dança da chuva, um chá com uma plantinha e a rede de cama.

No São João, assamos milho na fogueira. Aos domingos converso com os vizinhos. Nas segundas, vou trabalhar contando as horas para voltar.

Aí eu lembro da placa “Retorno” e acho que nela deveria ter um subtítulo que diz assim: “Retorno – Última Chance de Você Salvar Sua Vida!”

Você, provavelmente, ainda está indo. Não é culpa sua. É culpa do comercial que disse: “Compre um e leve dois!”.

Nós, da banda de cá, esperamos a sua visita. Porque sim, mais cedo ou mais tarde, você também vai querer fazer o caminho de volta.

“O caminho de volta”
Crônica de Téta Barbosa – mãe, jornalista, publicitária, mora no Recife e vive antenada com tudo o que se passa ali e fora dali.”

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